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Você sai de casa pela manhã e vai ao médico. Um robô, isso mesmo, um robô, lhe oferece diversas possibilidades de tratamento, baseado nas informações sobre sua história clínica, relacionando-a ao que se sabe de mais moderno sobre cura e terapia. Depois, você passa no banco e outra máquina, a partir de dados acumulados sobre suas transações e perfil, oferece-lhe um empréstimo, checa os dados e se responsabiliza por todos os procedimentos. Você volta para casa e o carro, no caminho, avisa que você está cansado e é hora de parar de dirigir, para evitar um acidente. Se dias depois você voltar à clínica e descobrir que precisa de um transplante, o órgão que vai receber pode ser totalmente artificial, formado por chips. Parece um mundo de tela de cinema e ficção científica e, embora sejam casos de emprego da inteligência artificial (IA), eles já indicam o advento de um novo cenário para a tecnologia: o surgimento da vida artificial.
Durante sua conferência para desenvolvedores, realizada em maio, na cidade de Mountain View, Califórnia (EUA), o Google apresentou um pacote de anúncios impressionantes, como se não se via há tempos no Vale do Silício. Entre as tecnologias anunciadas, teve destaque a assistente da empresa, que ganhou seis novas vozes em inglês.
Todos os negócios ligados à Torus são produtos, projetos e serviços relacionados a pessoas que usam habilidades para construir seu próprio legado nas áreas de sustentabilidade, inovação, artes, ciência e tecnologias inteligentes. Tudo isso aliado à felicidade de serem quem são, como pessoas e como profissionais.
Imagine viver num lugar onde não existem regras, convenções ou punições de qualquer natureza. No universo de Westworld, série produzida e exibida pela HBO desde 2016, um grupo de pessoas convive com androides super avançados que simulam as emoções humanas, o que gera a dúvida sobre “quem é o quê” dentro daquele mundo. Baseada no filme homônimo lançado em 1973 pelo roteirista Michael Crichton, criador de sucessos como a franquia Jurassic Park (1990) e o drama médico ER (1994), o enredo complexo e cheio de reviravoltas, além do elenco de nomes conhecidos, cativou o público que tornou a série um sucesso de audiência e crítica. Mas o que é possível inferir sobre tamanho sucesso e os indícios de futuro nele contidos?
Uma estratégia bem elaborada, com clareza de recursos e de objetivos, pode funcionar como a espinha dorsal de uma empresa que está nascendo, ou em desenvolvimento. Nesse contexto, a (boa) saúde financeira é um objetivo a perseguir e o planejamento nessa área, indispensável. Por mais que soem um pouco óbvias as afirmações, ainda há muitos empreendedores que colocam seus negócios em risco por falta de percepção desse assunto.
Cientistas, costumeiramente, são questionados: por que, apesar dos avanços científicos e tecnológicos, doenças como a Aids e o Câncer ainda vitimam milhões de pessoas no mundo? Em resposta, a ciência busca incessantemente reverter esse quadro e, nessa tarefa, os avanços relacionados à pesquisa do sistema CRISPR – do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats (em português, em tradução livre “Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas”), encontrado por pesquisadores pela primeira vez em 1987 no genoma das bactérias E.Coli, tenta contribuir no tratamento e prevenção dessas e outras doenças.
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