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Julho de 2018. No mês em que as atenções estavam voltadas para a Copa do Mundo de Futebol na Rússia, logo depois de um fatídico 2x1 frente à Bélgica, a Seleção Brasileira se despediu do torneio. Ainda durante o jogo, começou a caça às bruxas: responsabilidade atribuída aos jogadores, à comissão técnica e à preparação para as partidas. Porém, um alvo é escolhido: o meio-campista Fernandinho, jogador do Manchester City da Inglaterra. Uma sequência de erros dentro das quatro linhas foi o estopim para uma enxurrada de críticas nas redes sociais do meio-campista. Mas os comentários extrapolaram a exposição de ideias e tornaram-se ofensas racistas. Não uma, não dez, mas milhares de comentários criminosos escancarados para quem quisesse ler na rede social com o maior número de usuários no planeta: o Facebook.
Uma estratégia bem elaborada, com clareza de recursos e de objetivos, pode funcionar como a espinha dorsal de uma empresa que está nascendo, ou em desenvolvimento. Nesse contexto, a (boa) saúde financeira é um objetivo a perseguir e o planejamento nessa área, indispensável. Por mais que soem um pouco óbvias as afirmações, ainda há muitos empreendedores que colocam seus negócios em risco por falta de percepção desse assunto.
Desigualdade é palavra-chave para o momento econômico, marcado pela falta de oportunidades que o mundo enfrenta. Só para se ter exemplos de como isso se traduz na prática, de toda a riqueza gerada no mundo em 2017, 82% foi parar nas mãos do 1% mais rico do planeta. Do outro lado, a metade mais pobre da população global – 3,7 bilhões de pessoas – não ficou com nada. No Brasil, há cinco bilionários com patrimônio equivalente ao da metade mais pobre do País, chegando a R$ 549 bilhões em 2017 – 13% maior em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, os 50% mais pobres do Brasil tiveram sua “riqueza” reduzida no mesmo período, de 2,7% para 2%. Os dados são da organização não governamental OXFAM, de atuação internacional, que, desde os anos 1950, defende e incentiva o desenvolvimento sustentável.
Não há dúvidas de que a gestão do tempo e a adoção de ferramentas adequadas de produção e compartilhamento do conhecimento são habilidades necessárias para o progresso de um cientista. Mas o dia a dia dos espaços acadêmicos, as exigências formais e as cobranças podem, facilmente, tornarem-se impedimentos e entraves para resultados rápidos e acessíveis a um grupo grande de pessoas.
A evolução tecnológica e as mudanças comportamentais delas derivadas trazem não só o desafio de preparar crianças e jovens, como também o de propor uma educação que prepare os adultos para a clareza de riscos e a necessidade de construção conjunta do futuro e permitam uma atitude mais consciente dos processos de inovação.
Durante sua conferência para desenvolvedores, realizada em maio, na cidade de Mountain View, Califórnia (EUA), o Google apresentou um pacote de anúncios impressionantes, como se não se via há tempos no Vale do Silício. Entre as tecnologias anunciadas, teve destaque a assistente da empresa, que ganhou seis novas vozes em inglês.
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